Assim se escrevia, em caracteres gregos, (a lingua do Novo Testamento), o nome da igreja de Jesus, no tempo dos apóstolos: Ekklesia Iesous Cristos (Assembléia de Jesus Cristo).

"Antes crescei na graça e no
conhecimento de nosso Senhor
e Salvador Jesus Cristo"
(II Pedro 3:18)
 
 
 
   

GOVERNO POR CONSENSO
                                                   Steve Atkerson (*)

                        “Então estamos combinados, por nove a um:
                   vamos dizer que todos os votos anteriores foram unânimes!”

 

Por que Jesus escolheu a palavra “igreja” para descrever Seus seguidores (Mateus 16:16-18)? “Igreja” é a tradução portuguesa da palavra original grega ekklesia. Fora do Novo Testamento (NT) ekklesia era uma palavra secular que carregava forte conotação política. Existiam outras palavras gregas com conotação religiosa ou não políticas (como sunagogue) que Jesus poderia ter usado, mas significativamente, ele não o fez!


A Igreja Moderna

De acordo com o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a palavra “igreja” é usada hoje no nosso idioma para designar “templo cristão” (ou edifício para cultos cristãos), autoridade eclesiástica (o clero ou administração das igrejas), a comunidade dos cristãos (o corpo de crentes), o conjunto de fiéis ligados pela mesma fé e sujeitos aos mesmos chefes espirituais (uma congregação ou denominação). Ainda que “igreja” seja usada para significar ekklesia (como diz o próprio dicionário citado), na realidade igreja é a tradução de um adjetivo grego completamente diferente, kuriakos, que significa “do Senhor” ou “pertencente ao Senhor”, que provavelmente é uma forma abreviada de uma frase tal como kuriakos doma ou kuriakos oikos (“a casa do Senhor”). Assim, kuriakos, usada como igreja, pode se referir àqueles que pertencem ao Senhor (Seu povo) ou à casa do Senhor (o edifício de uma igreja). O substantivo grego que mais se aproxima do significado do conceito de “igreja” em português é sunagogue (“sinagoga”). Ambas as palavras podem se referir tanto ao povo de Deus quanto ao edifício especial no qual se reúnem. O problema com isso tudo é que, todas as vezes que deparamos com “igreja” no NT, ela traduz a palavra grega ekklesia. Diferentemente das palavras sunagogue ou kuriakos, a expressão grega ekklesia jamais se refere ao edifício ou lugar de culto, mas apenas a uma reunião, uma assembléia ou um encontro!


A Igreja Original

Fora do NT, ekklesia foi usada quase que sem exceção para se referir a uma assembléia política que era periodicamente convocada para tomar decisões. De acordo com o dicionário Thayer’s (em inglês), ela era uma “reunião do povo convocado para um lugar público de conselho, para deliberações”. O dicionário BAGD define ekklesia como uma “assembléia regularmente convocada do corpo político”. No dicionário de Colin Brown New International Dictionary of New Testament Theology, ekklesia, nos tempos do Novo Testamento, era “claramente caracterizada como um fenômeno político, repetido de acordo com certas regras e com certas estruturas. Era a assembléia dos cidadãos, funcionalmente embasada na constituição da democracia, uma assembléia na qual as decisões fundamentais, políticas e judiciais, eram tomadas... a palavra ekklesia, através das áreas gregas e de influência helênica, sempre conservou essa referência às assembléias do povo”. Nas ekklesia, todo cidadão do sexo masculino tinha “o direito de falar e de propor matérias para discussão” (percebe-se que às mulheres não era permitido falar nas ekklesia gregas).

Por que Jesus escolheu (em Mateus 16:13-20 e 18:15-20) uma palavra tão politicamente “carregada” como ekklesia (ou invés de algo como sunagogue) para descrever Seu povo e suas reuniões? Evidentemente por Jesus ter em mente que as reuniões dos cristãos fossem idênticas às assembléias dos legisladores gregos, no aspecto de que aos crentes cabe decidir as coisas e no aspecto de que os cidadãos do Reino podem falar e propor assuntos para discussão. Se Jesus meramente desejasse descrever um encontro, ele poderia ter usado sunagogue, thiasos ou eranos. Significativamente, porém, Ele escolheu ekklesia. O povo de Deus, quando se reúne, tem um mandato de “tomadores de decisão”. Uma “igreja” é fundamentalmente uma assembléia (ou reunião) de cidadãos do Reino, aos quais é autorizado (e esperado) que tomem decisões, emitam julgamentos e considerem assuntos. Ainda que essas tomadas de decisão não tenham que necessariamente ocorrer em todas as reuniões (pode não existir assuntos pendentes), entende-se que a igreja tem autoridade e obrigação de resolver se algo é bastante importante para demandar decisão coletiva. Qualquer igreja cujas reuniões se concentrem apenas em louvores musicais e em pregações, excluindo um apego corporativo à solução de problemas e à análise dos assuntos de sua alçada, pode estar falhando no preenchimento de seus propósitos como ekklesia.

Que Jesus esperava decisões tomadas pela ekklesia é visto em Mateus 16:13-20. Depois de prometer construir Sua ekklesia na rocha da revelada confissão de Pedro, Jesus imediatamente falou das chaves do reino dos céus e de ofertar e perder.  Chaves representam a capacidade de abrir ou fechar algo. “Reino” é um termo político e ofertar e perder envolve a autoridade de tomar decisões. Em Mateus 18:15-20, a ekklesia (18:17) é forçada a emitir um veredicto a respeito de um alegado pecado de um irmão e, mais uma vez, a decisão é conferida à igreja. Em Atos 1:15-26, Pedro encarregou a igreja de Jerusalém como única responsável por encontrar um substituto para Judas. Em Atos 6:1-6, os apóstolos se voltaram para o corpo da igreja para encontrarem quem deveria administrar o sistema de assistência social da igreja. Atos 14:23 narra que certas igrejas elegiam seus próprios anciãos. Em Atos 15:1-4, a igreja de Antioquia decidiu enviar Paulo, Barnabé e outros irmãos a Jerusalém para arbitramento e então ali toda a igreja se envolveu na resolução do conflito (15:4, 15:12 e 15:22). Finalmente, Paulo continua essa idéia em I Coríntios 14:29-30, onde fica claro que as tomadas de decisão deveriam ser realizadas por revelação profética, quando “toda a ekklesia se reunir no mesmo lugar” (14:23).

Como forma de compensação, é importante notarmos que a igreja, na sua tarefa de decidir, é mais judicial do que legislativa. Esse é um ponto no qual a ekklesia do povo de Deus é diferente da ekklesia das cidades gregas.Nossa tarefa não é criar leis – apenas Deus pode corretamente faze-lo! Ao contrário, nossa missão é aplicar e fazer respeitar a lei de Jesus Cristo da forma correta como está no Novo Concerto. Assim sendo, os membros da igreja devem ser como cidadãos que se reúnem para deliberar e decidir coisas ou para fazer julgamentos (quando necessário). Essa forma de governo funciona toleravelmente bem quando aplicada numa igreja (doméstica) pequena, onde as pessoas se amem o bastante para trabalharem através de quaisquer desentendimentos. É virtualmente impossível operacionalizar esse modelo numa grande (institucional) igreja.

 

Sombras do Hábito

A palavra ekklesia (“igreja”) é usada de seis diferentes formas pelos escritores do Novo Testamento. Uma é encontrada em Atos 19:23-41 (especialmente 19:25 (final), 19:32, 19:39 e 19:41). Essas ocorrências de ekklesia (“assembléia” convocada, “assembléia legal” e “assembléia”) referiam-se a um encontro de artesãos (19:24) os quais foram “convocados” por Demétrius para o teatro da cidade (19:31) para decidir o que fazer sobre Paulo (19:25-27 e 38), embora, pela confusão havida, a maioria nem soubesse por que havia sido convocada (19:32).  Este é um exemplo de ekklesia usada para se referir à convocação regularmente efetuada de um segmento político da sociedade (no caso, artesãos em prata e aqueles com os quais mantinham negócios). Eles foram convocados (como numa espécie de sindicato) para decidir quanto aos danos causados à imagem da categoria e aos negócios perdidos (Atos 19:27). A situação degenerou e eles exorbitaram de sua jurisdição ao desejarem se entender com Paulo. Então, o escrivão da cidade sugeriu que o assunto deveria ser levado à ekklesia “legal” (Atos 19:37-39) (ao invés de à ekklesia da categoria profissional).

Outro uso é visto em Atos 7:38 e Hebreus 2:12, onde ekklesia é usada para designar a reunião dos israelitas no deserto, no Monte Sinai, onde eles receberam as leis de Deus através de Moisés (Atos 7:38 e Êxodo 24:3-7). Além disso, ekklesia foi usada para designar reuniões dos israelitas no templo, durante os tempos de Davi (Hebreus 2:12 e Salmos 22:22). 

Um terceiro uso é encontrado em Mateus 18:17, I Coríntios 11:17-18, 14:4-5, 14:18-19, 14:23, 14:28 e 14:34-35. Nesses versos, ekklesia refere-se a assembléias cristãs regularmente agendadas e convocadas em tempo hábil. Em Mateus 18:17 eles se encontram para emitir uma decisão sobre pecado. I Coríntios 11 diz respeito a uma reunião da ekklesia para comer a Ceia do Senhor e em I Coríntios 14 ela é um encontro para discussão aberta (com a edificação como principal objetivo).

A quarta maneira pela qual ela é empregada está em Atos 8:1, Romanos 16:1, I Timóteo 1:1 e Apocalipse 2:1, 2:8, 2:12 e 2:18. Aqui, ekklesia aparentemente é usada para designar não um encontro mesmo, mas a totalidade dos cristãos vivendo em um lugar. Os autores do Novo Testamento escreveram a uma “igreja” (singular) em Jerusalém, uma em Roma, uma em Tessalônica, uma em Éfeso, uma em Esmirna, uma em Pérgamo, etc.
Entretanto, a “igreja” em alguma cidade talvez nunca tenha reunido toda em um único lugar. A palavra “igreja” foi usada para a totalidade dos crentes de uma cidade, mas não necessariamente para algum imenso aglomerado de fiéis de uma grande cidade. Assim, há apenas uma igreja em Atlanta hoje (apenas uma totalidade de cristãos em Atlanta). Não obstante, a igreja em Atlanta talvez jamais seja capaz de abrigar uma reunião plenária (a não se que voltasse aos anos 1840, quando era bem menor). A igreja única de Atlanta é composta de centenas de igrejas menores que se encontram separadamente. (Uma cidade que deu conta de conduzir uma reunião plenária [de cidade grande] foi Jerusalém) (Atos 15:12-22).

O uso número cinco ocorre em Romanos 16:5, I Coríntios 16:19, Colossenses 4:15 e Filemom 2. Como evidenciado nesses textos, ekklesia pode se referir a assembléias regularmente convocadas em casa de membros. Essas igrejas domésticas, quando consideradas como um todo, constituem a igreja da cidade onde estão localizadas, embora elas possam jamais ter se reunido todas no mesmo lugar.

Finalmente, em Mateus 16:18, Atos 9:31, Efésios 1:22, 3:10, 3:20-21, 5:23, 5:25-27, 5:29, 5:32, Colossenses 1:18 e 1:24, ekklesia se refere à totalidade dos cristãos em todos os lugares e através de todos os tempos (a igreja universal). Uma reunião dessa igreja universal não ocorrerá antes da segunda vinda de Jesus.


Aplicação

Assim, a palavra ekklesia é usada de seis diferentes maneiras no Novo Testamento. O emprego mais fundamental é aquele que se refere a um grupo de pessoas reunidas com o propósito de tomar decisões. O significado mais real de ekklesia não é o da reunião do povo de Deus, mas do que ocorre quando ele se reúne. Nós somos autorizados pelo Senhor a tomar decisões quanto à correta aplicação das Escrituras. Deus espera que nós façamos respeitar a lei de Cristo (dentro da família de Deus) e que resolvamos os assuntos quando eles surgirem. Isso é uma parte do que ocorre em nossas reuniões, que são abertas e participativas. Problemas não podem ser escondidos em baixo do tapete. Problemas de conduta correta têm que ser resolvidos. Claro, espera-se que não existam assuntos como esses na pauta todas as semanas, mas o povo de Deus precisa manter na mente sua obrigação de funcionar como uma ekklesia quando necessário.

Esse entendimento do completo significado de ekklesia tem uma conexão direta com o governo da igreja. Em sua organização humana, a igreja não deve ser uma pirâmide com o poder concentrado no topo, em um ou em poucos homens. As decisões não devem ser tomadas atrás de portas fechadas e depois divulgadas para que a igreja as siga. A igreja assemelha-se mais a um senado ou congresso, no aspecto de que a assembléia como um todo deve deliberar e decidir assuntos. Os líderes da igreja devem facilitar esse processo e servir à igreja providenciando o necessário ensinamento e a orientação, mas eles não são os senhores da igreja!


Consenso ou Governo da Maioria?

A palavra “consenso” significa “concordância geral, tendência representativa ou opinião”. Ela é relacionada às palavras “consentir” e “consensual”. Governo da maioria pode representar uma ditadura de 51% e geralmente tende a influir contra a unidade. Consenso trabalha pela unidade. Tomados como princípio, o que os textos seguintes sugerem sobre governo da maioria (democracia) versus consenso na tomada de decisões?

“Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união” (Salmos 133:1) 

“Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que sejais concordes no falar, e que não haja dissensões entre vós; antes sejais unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer” (I Coríntios 1:10).

“Assim, pois... sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra da esquina; no qual todo o edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor, no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus no Espírito” (Efésios 2:19-22).

“Procurando diligentemente guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, por todos e em todos” (Efésios 4:3-6).

“Portanto, se há alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão do Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, completai o meu gozo, para que tenhais o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, pensando a mesma coisa” (Filipenses 2:1-2).

“Revestí-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revestí-vos do amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos” (Colossenses 3:12-15).


Provisão de Deus

A fim de que o governo por consenso não pareça muito utópico, considere o que o Senhor forneceu ao Seu povo para ajuda-lo a alcançar a unidade. Primeiro, é importante relembrarmos que o processo através do qual a igreja caminha para encontrar o consenso é habitualmente tão importante quanto o consenso que ela finalmente encontra.  Isso toma tempo, compromisso, edificação mútua e uma enorme quantidade de amor fraternal. Ele verdadeiramente pode funcionar numa igreja pequena, de dimensões de igreja doméstica. Cada um de nós precisa amar aos outros o bastante para que nos amoldemos a cada um deles! Outra palavra para consenso, pode ser unidade, harmonia ou acordo mútuo. Nós realmente confiamos no Espírito Santo para operar em nossas vidas e igrejas?

Além disso, nosso Senhor pessoalmente orou pela Sua igreja “... para que eles sejam um, assim como nós... e rogo... que todos sejam um, assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti... para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim” (João 17:11 e 17:20-23). Desde que Jesus orou assim por nós, a unidade é certamente acessível.

Outra provisão que Deus fez para nós reside na Ceia do Senhor. De acordo com I Coríntios 10:17, “Pois nós, embora muitos, somos um só pão, um só corpo; porque todos participamos de um mesmo pão”. Evidentemente, o adequado compartilhar do mesmo pão durante a Ceia do Senhor não apenas ilustra a unidade, como também a cria!

Finalmente, como mencionado antes, Cristo deu vários ministérios e dons de liderança para a igreja (como apóstolos, profetas, evangelistas e mestres), “até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Efésios 14:11-13). Líderes são necessários para auxiliar a igreja a alcançar o consenso.

          Agradecimentos especiais a Tim Wilson, de Gig Harbor, Oregon, quem primeiramente me introduziu à verdade da igreja como um corpo de tomada de decisões.


                                                                                                                                                                                                               Tradução de Otto Amaral

(*) Steve Atkerson - Steve e sua esposa Sandra vivem em Atlanta (Geórgia, EUA) e educam em casa seus três filhos. Steve é graduado Mestre em Divindade pelo Mid America Baptist Theological Seminary e serviu por sete anos como pastor da Igreja Batista do Sul. Ele demitiu-se em 1990 para trabalhar com as igrejas domiciliares, as igrejas do Novo Testamento. Esteve é agora ancião de duas dessas igrejas, professor, palestrante itinerante e presidente da New Testament Restoration Foundation (Fundação para Restauração do Novo Testamento).

 

 
 
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     Atualização de 15 de setembro -
    LEIA O NOVO ARTIGO:

   - QUEM MATOU JESUS?

    Interessante estudo sobre as pessoas e
     as entidades que, no plano terreal, foram
     instrumentos na concretização do drama
     do Calvário.
     Análise bíblica e jurídica do processo for-
     jado contra Jesus para levá-lo à morte.
     E se Ele voltasse hoje, nas mesmas con-
     dições, como seria?
     Quem quereria matá-lo de novo?

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